Os maiores críticos da Microsoft se curvam, sem dúvidas, ao Microsoft Office ao falarem sobre ferramentas de home office. Permanecendo, é claro, as críticas com relação ao ter que pagar por ele. Mas como ficar sem uma ferramenta dessas hoje?

O mercado, até onde eu conheço, oferece duas alternativas: O Libreoffice e o Freeoffice.

O primeiro se coloca como uma alternativa ao produto pago. Uma comunidade de desenvolvimento se empenha em desbancar a gigante Microsoft no mercado de soluções para geração de documentos. Trabalhei com o Libreoffice bastante tempo e tive problemas como por exemplo, a formatação original feita no Word não tem fidelidade no Writer.

A segunda opção, o Freeoffice, que também se coloca como alternativa ao produto pago, apesar de existir quase que ao mesmo tempo da primeira, o Libreoffice, só o conheci recentemente. Baixei no meu note e procurei gerar alguns comparativos entre essas duas alternativas. Também carreguei documentos do Word no TextMaker e, qual foi minha surpresa: o documento abriu com a mesma formatação.

No mundo em que as grandes empresas estão voltando ao software proprietário, quando se é pequeno e precisa economizar ao máximo para crescer, as alternativas são bem vindas. Mas pesquise e faça seus próprios testes. Hoje eu indico como alternativa o Freeoffice.