Até agora podemos constatar que Relatório Kissinger foi aplicado no Brasil com 100% de êxito.

O que eu quero dizer é que aquela velha política (Kissinger) continua em vigor. As novas personagens, Bill e Melinda Gates, atuam em área geográfica diferente: a bola da vez é África.

Com o apoio de bilionários africanos, os dois filantropos estão investindo pesado no controle da natalidade no continente africano.

Não estou fazendo política contra essa questão de se o sujeito deve ter mais ou menos filhos, isto não é uma posição religiosa, estou falando sobre políticas de ingerência. Por que meu país não cresce economicamente? É porque tem gente demais? 

Essa não é a tônica do Relatório Kissinger. Lá é explicitado que países com uma população muito grande tendem a consumir localmente suas riquezas e não sobraria nada para o coitado dos Estados Unidos da América.

E Bill e Melinda Gates continuam nessa luta para implementar a política norte-americana de dominação mundial junto com seus parceiros!

Além disso, Europa, Estados Unidos e Japão detém 15% das riquezas do planeta em contraste com uma maioria esmagadora de países pobres. Pobres em desenvolvimento econômico, justiça social, mas ricos em roubos e violências.

A política de continuidade de controle populacional está mais viva do que nunca, cheia de “boas pessoas” com suas “boas intenções”, principalmente aqueles que usam de filantropia para alcançar as intenções implícitas de seus países sobre controle político, econômico e social sobre outros governos.

A velha história da troca de presentes entre o índio e o homem branco: eu te dou um espelho e você me dá seu ouro.

Espera, quase esqueci, o coronavírus. No último post ele entra.

Fique comigo!